Cesar Costa Filho
Sou carioca do Estácio, do Estácio de Sá
Tenho meu nome gravado na escola de lá
Eu já fui porta-bandeira
Eu sou Flamengo e Mangueira
Desnecessário dizer que eu sou do samba
Modéstia a parte, senhores, sambista é quem é
Danço, e balanço e não canso,se o samba é de fé
Mas convenhamos também, eu não quero ferir ninguém
Quem não tem samba na alma não samba no pé
Ouço Noel e me sinto palmeira do mangue
Lembro Ataulfo e a cadência me ferve no sangue
Mestres do samba maior, dos poemas que eu sei de cor
Samba que é sempre mais novo na alma do povo
Peço perdão pelo exemplo,
Mas o Estácio é uma espécie de templo
Onde se aprende a sambar
Parecendo rezar
Peço perdão pelo exemplo,
Mas o Estácio é uma espécie de templo
Onde se aprende a sambar
Parecendo rezar
Nenhum comentário:
Postar um comentário