quinta-feira, dezembro 3
De esquina em esquina
Aldir Blanc e Cesar Costa Filho
Quando a noite chega enluarada
Saio pra lembrar a ex-amada
E bebendo, um trago aqui... ali...
Eu revivo a dor que já vivi e então...
No violão companheiro
Primeiro a ver minha ruína
Eu canto de esquina em esquina
Esta canção
E lembra o tempo em que eu era moleque de rua
Batendo calçada, vendendo cocada até me tornar valentão
Mas numa noite de lua, pequena da cor de açucena
Chegou a morena e iludiu meu coração
Lembro os olhos dela comovido
Os seus pés descalços e um vestido
Que ela usava só pra mim
Antes de partir e me deixar assim
No violão me debruço
Soluço e aviso onde eu for
Melhor é morrer
Que deixar morrer o amor
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Nunca deixe morrer o amor.
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