(Claude François/Jacques Revaux/Paul Anka)
And now the end is near
So I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain
I've lived a life that's full
I've travelled each and every highway
And more, much more than this
I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exception
I planned each charted course
Each careful step along the by way
Oh, and more, much more than this
I did it my way
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall
And did it my way
I've loved, I've laughed and cried
I've had my fails, my share of losing
And now as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way
Oh, no, no not me
I did it my way
For what is a man, what has he got
If not himself, then he has not
To say the things he truly feels
And not the words he would reveal
The record shows I took the blows
And did it my way
Do meu jeito
E agora o fim está próximo
Então eu encaro o fechar das cortinas
Meu amigo, Eu vou falar claro
Eu exponho meu caso do qual tenho certeza
Eu vivi uma vida plena
Eu viajei por cada uma das suas estradas
E mais, muito mais que isso,
Eu fiz do meu jeito
Remorsos, eu tive um pouco
Mas tão poucos que nem vale a pena lembrar
Eu fiz, o que eu tinha que fazer
E sabia sempre o que estava fazendo
Eu planejei cada detalhe do caminho
Cada passo cuidadoso ao longo da trilha
Oh, mais, muito mais que isso.
Eu fiz do meu jeito
Você certamente percebeu que tinha momentos
Em que eu queria morder mais que eu podia mastigar
Mas, no entanto, mesmo quando havia dúvidas
Eu engolia e ruminava
Encarei tudo de frente e permaneci grande
E fiz isso do meu jeito
Amei, ri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte nas derrotas
E agora conforme as lágrimas diminuem
Eu acho isso tão divertido
De pensar que eu fiz tudo isso
Digo até, de modo bem indiscreto
Oh não, não eu
Eu fiz do meu jeito
E pra que serve um homem, o que ele alcança
Se não é ele mesmo, então ele não é nada
Para dizer o que ele sente realmente
E não as palavras que ele deveria revelar
Os registros mostram que eu fui detonado ...
E fui do meu jeito
segunda-feira, fevereiro 22
sexta-feira, fevereiro 19
Agua e luz
Tavito e Ricardo Magno
De manhã, acorda pensamento e voa devagar
Revela o sentimento que se esconde no olhar
Não tem porque temer se tanta emoção
Pode falar por nós e ser a nossa voz
E é assim que eu te sinto perto de mim
Como a gente quis, ser feliz
Sem ter mais que explicar a razão (só ser)
Respirar nosso cheiro de amor, nosso ar
Nunca mais parar, céu e chão
Todo dia desejo e a fascinação
Água a luz, reflexo de uma estrela na beira do mar
Lágrimas, segredo que se esconde no olhar
Estou perto de ser bandido ou herói
Perdido na ilusão dentro do seu coração
De manhã, acorda pensamento e voa devagar
Revela o sentimento que se esconde no olhar
Não tem porque temer se tanta emoção
Pode falar por nós e ser a nossa voz
E é assim que eu te sinto perto de mim
Como a gente quis, ser feliz
Sem ter mais que explicar a razão (só ser)
Respirar nosso cheiro de amor, nosso ar
Nunca mais parar, céu e chão
Todo dia desejo e a fascinação
Água a luz, reflexo de uma estrela na beira do mar
Lágrimas, segredo que se esconde no olhar
Estou perto de ser bandido ou herói
Perdido na ilusão dentro do seu coração
quarta-feira, fevereiro 10
Viagem
(Música e letra: João de Aquino e Paulo César Pinheiro)
Oh, tristeza me desculpe,
Estou de malas prontas,
Hoje a poesia veio ao meu encontro,
Já raiou o dia, vamos viajar !
Vamos indo de carona,
Na garupa leve do vento macio,
Que vem caminhando,
Desde muito longe, lá do fim do mar,
Vamos visitar a estrela da manhã raiada,
Que pensei, perdida pela madrugada,
Mas que vai escondida,
Querendo brincar,
Senta nessa nuvem clara,
Minha poesia, anda, se prepara,
Traz uma cantiga,
Vamos espalhando música no ar,
Olha quantas aves brancas,
Minha poesia, dançam nossa valsa,
Pelo céu, que o dia,
Fez todo bordado de raios de sol,
Oh, poesia, me ajude.
Vou colher avencas,
Lírios, rosas, dálias,
Pelos campos verdes,
Que você batiza,
De Jardins do Céu.
Mas, pode ficar tranqüila,
Minha poesia,
Pois nós voltaremos,
Numa estrela-guia,
Num clarão de lua,
Quando serenar...
Ou, talvez até, quem sabe ?
Nos só voltaremos,
Num cavalo baio,
No alazão da noite,
Cujo nome é raio
Raio de Luar...
Oh, tristeza me desculpe,
Estou de malas prontas,
Hoje a poesia veio ao meu encontro,
Já raiou o dia, vamos viajar !
Vamos indo de carona,
Na garupa leve do vento macio,
Que vem caminhando,
Desde muito longe, lá do fim do mar,
Vamos visitar a estrela da manhã raiada,
Que pensei, perdida pela madrugada,
Mas que vai escondida,
Querendo brincar,
Senta nessa nuvem clara,
Minha poesia, anda, se prepara,
Traz uma cantiga,
Vamos espalhando música no ar,
Olha quantas aves brancas,
Minha poesia, dançam nossa valsa,
Pelo céu, que o dia,
Fez todo bordado de raios de sol,
Oh, poesia, me ajude.
Vou colher avencas,
Lírios, rosas, dálias,
Pelos campos verdes,
Que você batiza,
De Jardins do Céu.
Mas, pode ficar tranqüila,
Minha poesia,
Pois nós voltaremos,
Numa estrela-guia,
Num clarão de lua,
Quando serenar...
Ou, talvez até, quem sabe ?
Nos só voltaremos,
Num cavalo baio,
No alazão da noite,
Cujo nome é raio
Raio de Luar...
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sábado, fevereiro 6
Años
(Pablo Milanés)
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Passam os anos e como muda o que eu sinto
O que ontem era amor vai se tornando outro sentimento
Porque anos atrás tomar tua mão roubar-te um beijo
Sem forçar o momento fazia parte de uma verdade
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer (como ayer)
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Vamos viviendo viendo las horas
Que van pasando las viejas discusiones
Se van perdiendo entre las razones
A todo dices que si a nada digo que no para poder construir
Esa tremenda armonia que pone viejo los corazones
Porque el tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de temor
Vamos vivendo vendo as horas
Que vão passando as velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
A tudo dizes que sim a nada digo que no para poder construir
Esa tremenda armonia que pone viejo los corazones
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Porque el tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
Anos
O tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de razão.
Passam os anos e como muda o que eu sinto
O que ontem era amor vai se tornando outro sentimento
Porque anos atrás tomar tua mão roubar-te um beijo
Sem forçar o momento fazia parte de uma verdade
O tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de razão.
Vamos vivendo vendo as horas que vão passando
As velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
A tudo digo que sim
A nada digo que não, para poder construir
Essa tremenda harmonia que tornam velhos os corações
Porque o tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de temor
Vamos vivendo vendo as horas que vão passando
As velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Passam os anos e como muda o que eu sinto
O que ontem era amor vai se tornando outro sentimento
Porque anos atrás tomar tua mão roubar-te um beijo
Sem forçar o momento fazia parte de uma verdade
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer (como ayer)
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Vamos viviendo viendo las horas
Que van pasando las viejas discusiones
Se van perdiendo entre las razones
A todo dices que si a nada digo que no para poder construir
Esa tremenda armonia que pone viejo los corazones
Porque el tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de temor
Vamos vivendo vendo as horas
Que vão passando as velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
A tudo dizes que sim a nada digo que no para poder construir
Esa tremenda armonia que pone viejo los corazones
El tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
En cada conversación cada beso cada abrazo
Se impone siempre un pedazo de razón
Porque el tiempo pasa nos vamos poniendo viejos
Yo el amor no lo reflejo como ayer
Anos
O tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de razão.
Passam os anos e como muda o que eu sinto
O que ontem era amor vai se tornando outro sentimento
Porque anos atrás tomar tua mão roubar-te um beijo
Sem forçar o momento fazia parte de uma verdade
O tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de razão.
Vamos vivendo vendo as horas que vão passando
As velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
A tudo digo que sim
A nada digo que não, para poder construir
Essa tremenda harmonia que tornam velhos os corações
Porque o tempo passa e vamos ficando velhos
E em mim o amor já não brilha como então
Em cada conversa, cada beijo, cada abraço
Se interpõe sempre um pedaço de temor
Vamos vivendo vendo as horas que vão passando
As velhas discussões
Vão se perdendo entre as razões
O olhar do amor
(Simone Junqueira)
O olhar do amor faz sorrir,
O olhar do amor faz sonhar,
Faz viver, imaginar,
Sentir sem tocar.
O olhar do amor acalenta,
Sustenta, transforma,
Faz ser livre e voar,
Viajar sem sair do lugar.
O olhar do amor faz do minuto uma eternidade,
Da eternidade um minuto.
O olhar do amor faz entender,
Suspirar, faz chorar por um dia,
E sorrir por uma vida,
Porque transforma a paixão em plena alegria.
O olhar do amor faz sorrir,
O olhar do amor faz sonhar,
Faz viver, imaginar,
Sentir sem tocar.
O olhar do amor acalenta,
Sustenta, transforma,
Faz ser livre e voar,
Viajar sem sair do lugar.
O olhar do amor faz do minuto uma eternidade,
Da eternidade um minuto.
O olhar do amor faz entender,
Suspirar, faz chorar por um dia,
E sorrir por uma vida,
Porque transforma a paixão em plena alegria.
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