De versos diversos entende o poeta
Versátil, diversificando sua meta,
De modo que mesmo o reverso
De qualquer musa do universo
Transborda plena inspiração
Versejando a dor do coração
Ao ver seu caminho perdido
Alem de qualquer solução
Verte a dor de sua alma
Em sonho, magia e canção.
Sente seu peito aos pedaços
Quebrado como o verso que vem
Atado, com ligas, em laços,
Dever só, nada mais alem.
Em versos inversos traduz o poeta
A vida, o amor, a dor e a razão.
Em abstrações ou de forma concreta
Seu rio de sonhos tem de dar vazão
O inverso da vida induz um soneto
Inspira em palavras mil sonhos contar
Em falas marcantes ou tom mais discreto
Expõe nos seus versos seu jeito de amar
De versos inversos depende o poeta
De cada alegria, tão rara na vida,
De cada agonia, dor ou ferida,
Que sua carreira lhe venha infligir
Deixando assim o seu peito aberto
Para que das artérias de modo bem certo
Seu sangue, à pena lhe possa fluir.
Em versos diversos morre o poeta
Ao notar-se exposto em cada um
Verseja segredos de forma indiscreta
À dor mantém ele sua porta aberta
Sendo esta sim a maneira mais certa
Pra não lhe restar segredo algum
É neste momento que morre o poeta
Sem dó, sem piedade sua alma dá.
Não foge ao notar o seu sonho desfeito
Mas faz do amor e da dor do seu peito
O reverso da rima que ainda virá
De versos em versos revive o poeta
Nem sempre perfeitos, completos,
Mas brotando em turbilhões
Libertando carinhos secretos
Amores discretos
Eternas paixões
Do centro da alma
Vem sua canção
Trazendo à vida, calma,
E paz ao seu coração...
quinta-feira, junho 25
quarta-feira, junho 24
La puerta
Autor : Luis Demetrio
Intérprete : Luis Miguel
La puerta se cerró detrás de ti
y nunca más volviste a aparecer
dejaste abandonada la ilusión
que había en mi corazón por ti.
La puerta se cerró detrás de ti
y así detrás de ti se fue mi amor
creyendo que podría convencer
a tu alma de mi padecer.
Pero es que no supiste soportar
las penas que nos dio la misma adversidad.
Así como también nos dio felicidad
nos vino a castigar con el dolor.
La puerta se cerró detrás de ti
y nunca más volviste a aparecer
dejaste abandonada la ilusión
que había en mi corazón por ti.
A porta
A porta se fechou atrás de ti
e nunca mais voltaste a aparecer
deixaste abandonada a ilusão
que havia em meu coração por ti.
A porta se fechou atrás de ti
e assim atrás de ti se foi meu amor
acreditando que poderia convencer
a tua alma de meu padecer.
Mas é que não soubeste suportar
os sofrimentos que nos deu a mesma adversidade.
Assim como também nos deu felicidade
nos veio a castigar com a mesma dor.
A porta se fechou atrás de ti
e nunca mais voltaste a aparecer
deixaste abandonada a ilusão
que havia em meu coração por ti
Intérprete : Luis Miguel
La puerta se cerró detrás de ti
y nunca más volviste a aparecer
dejaste abandonada la ilusión
que había en mi corazón por ti.
La puerta se cerró detrás de ti
y así detrás de ti se fue mi amor
creyendo que podría convencer
a tu alma de mi padecer.
Pero es que no supiste soportar
las penas que nos dio la misma adversidad.
Así como también nos dio felicidad
nos vino a castigar con el dolor.
La puerta se cerró detrás de ti
y nunca más volviste a aparecer
dejaste abandonada la ilusión
que había en mi corazón por ti.
A porta
A porta se fechou atrás de ti
e nunca mais voltaste a aparecer
deixaste abandonada a ilusão
que havia em meu coração por ti.
A porta se fechou atrás de ti
e assim atrás de ti se foi meu amor
acreditando que poderia convencer
a tua alma de meu padecer.
Mas é que não soubeste suportar
os sofrimentos que nos deu a mesma adversidade.
Assim como também nos deu felicidade
nos veio a castigar com a mesma dor.
A porta se fechou atrás de ti
e nunca mais voltaste a aparecer
deixaste abandonada a ilusão
que havia em meu coração por ti
No me platiques más
No me platiques más
Autor: Vicente Garrido
Interpretação :Luis Miguel
No me platiques más
Lo que debió pasar
Antes de conocernos
Sé que has tenido, horas felices
Aun sin estar conmigo
No quiero ya saber
Que pudo suceder
En todos estos años
Que tú has vivido con otras gentes
Lejos de mi cariño
Te quiero tanto que me encelo
Hasta de lo que pudo ser
Y me figuro que por eso
Es que yo vivo, tan intranquilo.
No me platiques ya
Déjame imaginar
Que no existe el pasado
Y que nacimos, el mismo instante
En que nos conocimos.
Não me fales mais
O que aconteceu
Antes de nos conhecermos
Sei que tiveste horas felizes
Mesmo sem estar comigo
Não quero já saber
O que pôde suceder
Em todos estes anos
Que viveste com outras pessoas
Longe do meu carinho
Quero-te tanto que tenho ciúme
Até do que pôde ter acontecido
E imagino que por isso
É que eu vivo tão intranquilo.
Não me fales agora.
Deixa-me imaginar
Que não existe o passado
E que nascemos no mesmo instante
Em que nos conhecemos.
Autor: Vicente Garrido
Interpretação :Luis Miguel
No me platiques más
Lo que debió pasar
Antes de conocernos
Sé que has tenido, horas felices
Aun sin estar conmigo
No quiero ya saber
Que pudo suceder
En todos estos años
Que tú has vivido con otras gentes
Lejos de mi cariño
Te quiero tanto que me encelo
Hasta de lo que pudo ser
Y me figuro que por eso
Es que yo vivo, tan intranquilo.
No me platiques ya
Déjame imaginar
Que no existe el pasado
Y que nacimos, el mismo instante
En que nos conocimos.
Não me fales mais
O que aconteceu
Antes de nos conhecermos
Sei que tiveste horas felizes
Mesmo sem estar comigo
Não quero já saber
O que pôde suceder
Em todos estes anos
Que viveste com outras pessoas
Longe do meu carinho
Quero-te tanto que tenho ciúme
Até do que pôde ter acontecido
E imagino que por isso
É que eu vivo tão intranquilo.
Não me fales agora.
Deixa-me imaginar
Que não existe o passado
E que nascemos no mesmo instante
Em que nos conhecemos.
quinta-feira, junho 18
Monólogo
Quando bate a solidão
E preciso companhia
E a mente está vazia
De pensamentos diversos
Enfoco meu coração
Nas lutas do dia a dia
E na dor ou na alegria
Converso com Deus com versos
Nesta minha inovação
De como orar eu suponho
Mesmo o coração tristonho
De mágoa, de nostalgia
Desanda em inspiração
E dos versos que disponho
Transmito a Deus o que sinto
Conversando em sintonia
E isso é incrível, afirmo
Pois as palavras que vêem
Transmitem a mim tambem
Uma extrema novidade
Nesta conversa confirmo
O que não digo a ninguem
E não encontro desdém
No que falo na verdade
Mas o certo é que o que digo
Não vem de mim, com certeza
E aí é que está a beleza
Deste monólogo estranho
Pois se por mim, não consigo
Expor-me em tanta clareza,
Qual não é minha surpresa
Ver os versos que arrebanho
E se Deus é quem me induz
O que expresso em meu verso
E se com versos converso
Com Deus neste meu caminho
É Ele quem quem me dá a luz
O processo é bem diverso
Não falo eu, é o reverso
É Deus quem fala sozinho
BlogBlogs.Com.Br
E preciso companhia
E a mente está vazia
De pensamentos diversos
Enfoco meu coração
Nas lutas do dia a dia
E na dor ou na alegria
Converso com Deus com versos
Nesta minha inovação
De como orar eu suponho
Mesmo o coração tristonho
De mágoa, de nostalgia
Desanda em inspiração
E dos versos que disponho
Transmito a Deus o que sinto
Conversando em sintonia
E isso é incrível, afirmo
Pois as palavras que vêem
Transmitem a mim tambem
Uma extrema novidade
Nesta conversa confirmo
O que não digo a ninguem
E não encontro desdém
No que falo na verdade
Mas o certo é que o que digo
Não vem de mim, com certeza
E aí é que está a beleza
Deste monólogo estranho
Pois se por mim, não consigo
Expor-me em tanta clareza,
Qual não é minha surpresa
Ver os versos que arrebanho
E se Deus é quem me induz
O que expresso em meu verso
E se com versos converso
Com Deus neste meu caminho
É Ele quem quem me dá a luz
O processo é bem diverso
Não falo eu, é o reverso
É Deus quem fala sozinho
BlogBlogs.Com.Br
quarta-feira, junho 17
Tédio
Olho em volta, nada vejo
Estou aqui, não estando
Suspiro de vez em quando
Da tristeza sofro assédio
Fazer algo é meu desejo
Pra me livrar desse tédio
Tudo que eu faço é banal
Por mais que seja importante
Não há na vida um instante,
Senão bom, ao menos médio
Minha vida é sempre igual
Isso me enche de tédio
Nunca há nada de novo
O hoje é igual ao outrora
Daqui a pouco é como agora
Rotina não tem remédio
Minha dor nunca removo
Isso é que chamo de tédio
Não vejo graça na vida
Acho uma grande bobagem
Mas se a mim falta coragem
Pra saltar de um alto prédio
Não vejo outra saída
A não ser morrer de tédio.
Xarope caseiro
Antes que o mal aconteça
Busque cortar-lhe a cabeça
Cada dor ou sofrimento
Deve logo eliminar
Entretanto se algum dia
Faltar de todo a alegria
Gaste então cada momento
Honestamente a enxergar
Inicie a sua cura
Juntando numa mistura
Luta, vitória, conquista
Mantendo o senso de humor
Nunca perca de vista
O maior ingrediente
Para um dia mais contente
Queira lembrar-se do amor
Recupere desta forma
Sem nunca fugir da norma
Tudo que perdeu no tédio
Unicamente por não ver
Ver que a vida tem remédio
Xarope simples, caseiro
Zombar do mal o dia inteiro,
E viver
Busque cortar-lhe a cabeça
Cada dor ou sofrimento
Deve logo eliminar
Entretanto se algum dia
Faltar de todo a alegria
Gaste então cada momento
Honestamente a enxergar
Inicie a sua cura
Juntando numa mistura
Luta, vitória, conquista
Mantendo o senso de humor
Nunca perca de vista
O maior ingrediente
Para um dia mais contente
Queira lembrar-se do amor
Recupere desta forma
Sem nunca fugir da norma
Tudo que perdeu no tédio
Unicamente por não ver
Ver que a vida tem remédio
Xarope simples, caseiro
Zombar do mal o dia inteiro,
E viver
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